sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Nós. Que engraçado

Faz frio. Melhor manter as janelas fechadas. Sei que os vidros embaçam, mas depois eu limpo. Comprou o limpa-vidros que pedi? Que é isso!? Não sou visita, sabemos disso...
O.k. Você limpa os vidros e a louça de hoje é minha.
Não. Nada de Pedrinho para nós agora. Nem de Isadora. Você sabe... não podemos. Claro que quero, mas...
Sua mãe gostou da lasanha? É... tomei o posto de filha preferida. 
Me acorda às 5:00h? Sua primeira aula é 7:00h? Tudo bem. Seus alunos estão falando inglês fluente? Por que vai cancelar? Tenho seminário... Sim, sim... não mais do que as 10, então.
No chão. Do outro lado... tá na hora de por essa camiseta pra lavar... Se vai abrir a janela, coloca uma roupa antes. Tá frio e você vai gripar.
Cuido mesmo! 
Acho engraçado quando você faz "ai"... nem fiz nada ainda... ainda.
Aceito! Aceito sim.
É... e acho que vou ter que conviver com esse sorriso bobo estampado na cara...


        26/11 - You are stranger but you are mine.


              Deus brincando de Van Gogh para nós.


Nós. Que engraçado.

Um comentário:

  1. Faz frio mas você é quente. Quem disse isso eu ou você? Que engraçado, ter algo tão completo em 50 e 50. Você faz a minha música ficar mais bonita. Quem disse isso fui eu, mas poderia ter saído da sua boca. Dois loucos, uma família. Sonhos como pedrinhas e pedrinhos no lago criando ondas. Será que é o bater de asas dessa borboleta que anda pendurada na sua orelha? Acho que o que eu estou tentando dizer é que seu furacão me leva para tão longe... Morda-se de inveja, Dorothy. Como era mesmo, Manuel (que nome de português! Tudo bem, tem tugas chamados Rodrigo)? - e eu peço desculpas por mutilar seus versos, mas eu quero só seu inicio. Colagem e mosaico, tá?

    "O vento varria as folhas,
    o vento varria os frutos,
    o vento varria as flores...

    E a minha vida ficava
    cada vez mais cheia
    de frutos, de flores, de folhas.

    O vento varria as luzes,
    o vento varria as músicas,
    o vento varria os aromas...

    E a minha vida ficava
    cada vez mais cheia
    de aromas, de estrelas, de cânticos.
    (...)"
    Beijos varridos

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