Foi quando depois de fazer as malas apressadamente, jogando tudo o que possuía dentro do pequeno espaço e suando para fechar o zíper, ela adiantou-se para a porta com os cabelos colando na testa e antes de cruzar o umbral, passou os olhos pelo corpo franzino, encarou-o e disse:
-Sofista. SO-FIS-TA!
Saiu batendo a porta.
E ele chorou. Não por ter sido largado, mas porque todo esse tempo passara acreditando que ela nunca percebera.
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